
Quinta feira, 14:00hrs, estou no meu trabalho, não tenho nada pra fazer e o tempo simplesmente não passa...
Que tédio!
Ah, o tédio...uma das coisas que mais odeio na vida. Sonolência, marasmo, rotina, ócio, inutilidade, dia morto.
Tem dias aqui na editora que tenho pilhas de trabalho que me ocupam a semana inteira. Não que eu seja uma workaholic, mas gosto de chegar em casa cansada por ter trabalhado bastante, dá a sensação de missão cumprida.
Mas tem vezes que fico horas ou dias sem nada pra fazer, aí lá vamos nós procurar entretenimento na web:
Já li e reli todas as notícias do dia.
Já vi todas as piadinhas, novidades, programações e links do Twitter.
Já li todos os blogs da minha lista de favoritos.
Já vi todos os vídeos engraçadinhos do You Tube e não achei graça em nenhum deles.
Não, não estou com a mínima vontade de aprender com tutoriais de Photoshop e Blender.
Vi um ensaio breguíssimo do Miro Moreira montado em uma moto de chocolate (pois é, moto de chocolate...). Fiquei sabendo que o fundador da Playboy pediu divórcio aos 83 anos. Já sei que o namoro de cinco meses do Marco Luque com a Luiza Possi terminou. Sei também que os próximos dias serão de sol e calor com pancadas de chuva. Aprendi que a tendência é usar batom nude e rosa chiclete com olhos esfumados.
Aí passo a procurar joguinhos online. Isso é um sinal de que o negócio está ficando feio. Faço o maior esforço pra jogar Sudoku ao invés de meus queridos jogos de meninas, aqueles de maquiar e vestir bonequinhas. Pelo menos o Sudoku exercita e mente, assim sinto que estou fazendo algo útil.
Bem que podia acontecer algo pra agitar meu dia, sei lá...um engavetamento na rua aqui da frente. Ou um eclipse. Ou uma briga entre os travecos do bairro bem aqui em frente minha janela. Ou um caminhão podia bater no poste, derrubar o gerador e cortar a energia (isso realmente aconteceu alguns meses atrás).
Na verdade eu tenho meio que trauma de ficar sem fazer nada. Deve ser culpa da minha pré-adolescência, quando eu passava o fim de semana todo jogando The Sims, sem colocar o pé pra fora de casa. Agora tenho que sair todo dia, nem que seja pra ir no mercadinho da esquina, senão começa a me dar desespero!
E por causa desse meu desespero todo pra sair, meu pai diz que nem vai sentir minha falta quando eu casar e sair de casa e minha mãe faz cara feia toda vez que vou para algum lugar. Mas acho que essa cara dela já virou um hábito, é a mesma coisa que dizer "tchau filha, vai com Deus".
Lógico que isso tudo é um exagero absurdo, afinal sou o tipo de pessoa que só sai mesmo no fim de semana. E digo que melhorei bastante, um tempo atrás arranjava qualquer programa de índio só pra sair de casa. Hoje já até me permito acompanhar novelas e programas dominicais ou ficar em casa assistindo filmes nos dias frios.
Enquanto pensava nisso, lembrei que vi um tempo atrás no programa da Ana Maria (é, eu assisto enquanto tomo café) o tal do Clube do Nadismo: um movimento que apóia arranjar um tempo pra ficar sem fazer nada, sem culpa e numa boa.
E descobri que meu problema realmente é esse: a culpa! Do tipo: nossa, eu estou desperdiçando minha vida e meu precioso tempo aqui sem fazer nada! Poderia estar fazendo algo tão interessante e útil agora, mas não, estou aqui morgando!
O site do clube é bem interessante, me identifiquei com bastante coisa que vem da meditação: http://www.clubedenadismo.com.br/
E esse tal nadismo salvou meus dias entediantes! Olha só que chique, eu não estou aqui fazendo nada e perdendo meu tempo, estou praticando nadismo!
STOPNJOY!
Que tédio!
Ah, o tédio...uma das coisas que mais odeio na vida. Sonolência, marasmo, rotina, ócio, inutilidade, dia morto.
Tem dias aqui na editora que tenho pilhas de trabalho que me ocupam a semana inteira. Não que eu seja uma workaholic, mas gosto de chegar em casa cansada por ter trabalhado bastante, dá a sensação de missão cumprida.
Mas tem vezes que fico horas ou dias sem nada pra fazer, aí lá vamos nós procurar entretenimento na web:
Já li e reli todas as notícias do dia.
Já vi todas as piadinhas, novidades, programações e links do Twitter.
Já li todos os blogs da minha lista de favoritos.
Já vi todos os vídeos engraçadinhos do You Tube e não achei graça em nenhum deles.
Não, não estou com a mínima vontade de aprender com tutoriais de Photoshop e Blender.
Vi um ensaio breguíssimo do Miro Moreira montado em uma moto de chocolate (pois é, moto de chocolate...). Fiquei sabendo que o fundador da Playboy pediu divórcio aos 83 anos. Já sei que o namoro de cinco meses do Marco Luque com a Luiza Possi terminou. Sei também que os próximos dias serão de sol e calor com pancadas de chuva. Aprendi que a tendência é usar batom nude e rosa chiclete com olhos esfumados.
Aí passo a procurar joguinhos online. Isso é um sinal de que o negócio está ficando feio. Faço o maior esforço pra jogar Sudoku ao invés de meus queridos jogos de meninas, aqueles de maquiar e vestir bonequinhas. Pelo menos o Sudoku exercita e mente, assim sinto que estou fazendo algo útil.
Bem que podia acontecer algo pra agitar meu dia, sei lá...um engavetamento na rua aqui da frente. Ou um eclipse. Ou uma briga entre os travecos do bairro bem aqui em frente minha janela. Ou um caminhão podia bater no poste, derrubar o gerador e cortar a energia (isso realmente aconteceu alguns meses atrás).
Na verdade eu tenho meio que trauma de ficar sem fazer nada. Deve ser culpa da minha pré-adolescência, quando eu passava o fim de semana todo jogando The Sims, sem colocar o pé pra fora de casa. Agora tenho que sair todo dia, nem que seja pra ir no mercadinho da esquina, senão começa a me dar desespero!
E por causa desse meu desespero todo pra sair, meu pai diz que nem vai sentir minha falta quando eu casar e sair de casa e minha mãe faz cara feia toda vez que vou para algum lugar. Mas acho que essa cara dela já virou um hábito, é a mesma coisa que dizer "tchau filha, vai com Deus".
Lógico que isso tudo é um exagero absurdo, afinal sou o tipo de pessoa que só sai mesmo no fim de semana. E digo que melhorei bastante, um tempo atrás arranjava qualquer programa de índio só pra sair de casa. Hoje já até me permito acompanhar novelas e programas dominicais ou ficar em casa assistindo filmes nos dias frios.
Enquanto pensava nisso, lembrei que vi um tempo atrás no programa da Ana Maria (é, eu assisto enquanto tomo café) o tal do Clube do Nadismo: um movimento que apóia arranjar um tempo pra ficar sem fazer nada, sem culpa e numa boa.
E descobri que meu problema realmente é esse: a culpa! Do tipo: nossa, eu estou desperdiçando minha vida e meu precioso tempo aqui sem fazer nada! Poderia estar fazendo algo tão interessante e útil agora, mas não, estou aqui morgando!
O site do clube é bem interessante, me identifiquei com bastante coisa que vem da meditação: http://www.clubedenadismo.com.br/
E esse tal nadismo salvou meus dias entediantes! Olha só que chique, eu não estou aqui fazendo nada e perdendo meu tempo, estou praticando nadismo!
STOPNJOY!

Ler os seus posts fazem parte da minha rotina internética, sempre: tentar conectar por umas 10 vezes a internet (está com um problema, mas que tbm não me incomoda...); conectar o msn por vezes invisível; verificar e-mails importantes (não aqueles que eu encaminho para vc às vezes); acessar o orkut; chacar o fotolog dos meninos e por fim acessar o seu blog, o seue stá por último pq eu dedico mais tempo à ele :)
ResponderExcluirAgora...estou aqui em um domingo de sol maravilhoso, dentro de uma sala fria e escura da minha casa (pq eles não construíram e pensaram no sol?!?!) e com um monte de roupa para passar...o que fazer em dias entediantes no final de semana sem gastar nada?! Risos!
Saudades mulher!
Bessus
Amo The Sims!!!
ResponderExcluirGostaria de ter mais tempo no dia para me desestressar com eles...:)